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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Madri terá sistema de compartilhamento de bikes elétricas

A partir de maio deste ano, os moradores e turistas que passarem por Madri vão contar com um sistema público de compartilhamento de bicicletas elétricas.
A iniciativa vai reverter o atraso da cidade relacionado à mobilidade urbana, e tem por objetivo estimular o maior número de pessoas a aderir às bicicletas como meio de transporte, de maneira segura e confortável.


A capital da Espanha vai contar com 1.560 bikes elétricas e 120 estacionamentos específicos, que reservarão 3.120 vagas para o modal sustentável em meio à cidade. O serviço demandará uma tarifa de dois euros de cada usuário, e ficará disponível 24h por dia.

Para Elisa Barahona, representante de meio ambiente e mobilidade urbana da Prefeitura de Madri, a criação do sistema de aluguel aumenta, também, o uso das bicicletas privadas no espaço urbano. “Em todas as cidades em que foram implantadas as bikes públicas, a presença de ciclistas com suas próprias bicicletas se multiplicou”, explica Elisa.

As bikes elétricas vêm sendo desenvolvidas pela empresa Bonopark, que firmou parceria com a prefeitura de Madri para a realização do projeto. Miguel Vital, diretor geral da empresa, explicou ao jornal El País que as bicicletas elétricas para compartilhamento terão design diferenciado, estimulando, mais ainda, as pessoas a adotá-las como meio de transporte sustentável. “As rodas serão maiores, os quadros e freios terão design diferente”, declarou Vital, que estima que os custos de produção para cada unidade giram em torno de 800 e 1.500 euros.

O compartilhamento de bicicletas convencionais já existia em outras cidades do país – como Barcelona e Sevilha – e o plano de implantação do sistema de bikes elétricas agradou os ciclistas da capital espanhola, que ainda esperam avanços. “A bicicleta pública vai agregar maior visibilidade à mobilidade em Madri, mas seria preciso incluir outras medidas, como restringir o uso de automóveis e reduzir a velocidade no trânsito”, conta o cicloativista Juan Merallo, coordenador da associação de ciclistas espanhóis ConBici.

O plano de mobilidade ainda não recebeu um nome, mas, quando o sistema já estiver concluído, os usuários poderão optar por três níveis de auxílio das bikes elétricas, de acordo com o tipo de trajeto. Quando as bicicletas identificam maior esforço durante o caminho – como uma ladeira íngreme – o motor será ativado automaticamente, a fim de melhorar o desempenho dos ciclistas e aumentar o conforto. Para garantir a segurança nas ruas, o sistema não atinge velocidades maiores do que 20 quilômetros por hora.






1865 Concept Bike, uma elétrica diferente

Com o surgimento das cada vez mais populares bicicletas elétricas, muitas vezes a necessidade de movimentação mecânica (pedalando) é bem reduzida.
Daí fica a pergunta: nestas bikes, será que faz sentido a mesma geometria, disposição e equipamentos de uma bicicleta “convencional”?
Com o apoio da BASF, o estúdio de design alemão Ding3000 respondeu a esta pergunta criando a1865 Concept Bike. Por uma feliz coincidência, o número 1865 faz menção ao ano em que a BASF foi fundada e que pedais foram adicionados ao velocípede de madeira do inventor alemão Karl Drais, o “Dandy Horse“. Assim, este foi o modelo de partida para este design maravilhoso!

A 1865 Concept Bike, toda de plástico de alta performance e baixo peso, é impulsionada por um motor elétrico de 250 Kw alimentado por uma discreta, portátil e facilmente removível bateria “escondida” dentro do selim.
Este sistema elétrico, concebido com a mais moderna tecnologia de LEDs, também alimenta toda a iluminação da bike tornando a pedalada muito mais segura!
O motor se reduz a um discreto disco azul de plástico bem rente à roda traseira. Lindo, não?
Sem dúvida, esta é uma bela volta ao passado. Esperamos que em breve esta bike deixe de ser um conceito e invada as ruas de todas as cidades!






quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Start-up cria roda que torna bike comum em elétrica; um app controla a velocidade

Único velódromo coberto do país será remontado na cidade paranaense. Patrimônio se torna símbolo da gastança pública.
Uma start-up de Massachusetts (EUA) está lançando um novo dispositivo que transforma praticamente qualquer bicicleta em um veículo elétrico híbrido usando um app para controlá-la com um smartphone.
O dispositivo, chamado de Copenhagen Wheel (roda de Copenhague), é instalado como uma parte do cubo de uma roda traseira de bicicleta e é equipado com um computador próprio, baterias e sensores que monitoram quanta força está fazendo o ciclista e ativa seu motor sempre que ajuda é necessária.

A roda usa conexão sem fio para se comunicar com o celular do usuário e monitorar a distância percorrida e a elevação acumulada (a altura das subidas vencidas), para compartilhar com os amigos a quantidade de calorias queimadas e travar a roda traseira remotamente assim que seu dono se afasta da
magrela.



"O motor se integra ao movimento do ciclista de maneira muito, muito imperceptível", disse Assaf Biderman, co-inventor do dispositivo no laboratório SENSEable City, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), onde é um diretor associado. "É quase como ter uma companhia para pedalada, deixando-a mais fácil e simples."

Copenhagen Wheel
A combinação da força motriz da Copenhagen Wheel e a do ciclista pode fazê-lo pedalar "quase como um atleta do Tour de France" em sua ida ao trabalho diária, diz Biderman, que fundou a Superpedestrian, baseada em Cambridge, Massachusetts (cidade do MIT e da Universidade Harvard), que licenciou de maneira exclusiva a tecnologia.

A Copenhagen Wheel tem potência suficiente para impulsionar um ciclista a até 60 km/h, mas desenvolvedores puseram limites eletrônicos para que a velocidade estivesse abaixo do permitido, que desligam o motor assim que o usuário atinge a velocidade de 32 km/h nos EUA ou de 25 km/h na Europa.
O conceito teve inspiração em uma pergunta simples: "Como podemos fazer mais pessoas pedalarem?", conta Biderman.

O projeto recebeu financiamento do Ministério do Meio Ambiente da Itália e do prefeito de Copenhague, capital dinamarquesa conhecida como uma das cidades mais amigáveis aos ciclistas no mundo, e cuja secretaria de turismo diz que 55% dos residentes pedalam um acumulado de 1,2 milhão de km todos os dias.

As primeiras 1.000 unidades da roda foram todas encomendadas por meio de pré-venda no site da Superpedestrian no começo deste mês. Depois de duas semanas, pelo menos 810 haviam sido vendidas por US$ 699 cada (cerca de R$ 1.632), com a maioria dos compradores situados nos EUA. Outros pedidos foram enviados à Europa, à Austrália, ao Quênia, a Madagascar e outros. O envio deve ser realizado na próxima primavera (entre maio e junho no hemisfério norte).

A Copenhagen Wheel não substitui a bicicleta. Os consumidores ganham o dispositivo instalado em uma nova roda traseira que sirva em suas bikes --deve-se remover a roda original para a colocação da "turbinada". As baterias são recarregáveis.


A Copenhagen Wheel almeja adentrar um lucrativo e altamente concorrido mercado de bicicletas elétricas, também conhecidas como e-bikes.


Em um relatório divulgado recentemente, a companhia de consultoria em tecnologias ecológicas Navigant Research estimou que o faturamento global de bicicletas elétricas crescerá de US$ 8,4 bilhões para US$ 10,8 bilhões em 2020, alimentado em parte pelo desejo de uma alternativa viável para as crescentemente congestionadas ruas e rodovias que tornam o andar de carro menos atraente.

Nos EUA, a tendência é refletida por dados do Censo que mostra que o número de pessoas que vai ao trabalho pedalando cresceu 60% na década que terminou em 2010.

"Temos visto nos últimos anos uma renascença do ciclismo em todo o mundo", disse Biderman. "As pessoas estão buscando alternativas."

DA ASSOCIATED PRESS, EM CAMBRIDGE (EUA).




A e-bike da Audi

Conheça a espetacular bike elétrica.
A Audi tem cada vez mais focado no aumentar de número de seus modelos híbridos e conceituais. Apresentada em  Wörthersee, a bike e-tron com motor elétrico é mais um desses casos.  Trata-se de uma bicicleta conceitual cheia de inovações técnicas e um eficiente estudo de design.


Com rodas de 26 polegadas e 11kgs é constituída quase inteiramente de fibra de carbono. Além disso utiliza um pequeno motor com potência máxima de 2.3 kw (cerca de 3 cv) que também aloja uma bateria de lítio que é carregada em 2,5 horas.

A maior inovação está no sistema de controle eletrônico: ele pode ser acionado a partir do aparelho celular do usuário. A partir do uso de um smartphone, o ciclista pode ativar o imobilizador antifurto, desbloquear a bicicleta e se conectar a internet para transmissão de vídeos ao vivo ou atualização de status na página do Facebook.

Também é possível, entre os cinco modos de condução, selecionar os modos:  “Puro” (onde o usuário só pedala), “Pedelec” (com impulso elétrico para chegar até 80km/h e autonomia de 50 a 70km) e modo “eGrip” (com uma velocidade máxima de 50km/h).


A e-tron permite ainda ajustar a sua inclinação de acordo com a posição ideal para o usuário, mantendo a capacidade de mudar as marchas para frente ou para trás. E para quem gosta de realizar manobras, pode utilizar o motor elétrico para a execução delas.