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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Garmin Connect lança novas funcionalidades em seu site e fica parecido com o Strava

Garmin Connect passa a ter muitas funções novas.
A gigante dos GPS's Garmin acaba de anunciar novas funcionalidades para o seu site Garmin Connect. O site passa a ser muito parecido com o renomado Strava, oferecendo competições de segmento, desafios online, rankings... Confiram o vídeo com a explicação das aplicações.








quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Aprimore a sua pedalada

Treinar a passagem do “empurrão” para a “puxada” durante o giro resultará em um movimento cada vez mais redondo.
Pedalar parece ser algo natural, tal qual caminhar ou correr. Uma vez que se aprende, nunca mais se esquece. Mas, na verdade, extrair um bom desempenho desse movimento não é uma tarefa fácil. Ter uma pedalada redonda, que é a união de biomecânica e força na medida certa, requer treinamentos específicos e muitas horas – ou quilômetros rodados – sobre um selim.

Segundo Adir Romeo, treinador da Seleção Brasileira de Pista nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo (2003), uma pedalada pode ser considerada redonda quando for a mais circular possível, acompanhando o giro de 360º do pedal e respeitando suas conseqüentes angulações. “Deve ocorrer uma combinação bem próxima da perfeição entre o ‘puxar’ e o ‘empurrar’ o pedal”, explica Romeo.

De uma forma geral, ciclistas amadores dividem o movimento da pedalada em dois pontos extremos: o ato de empurrar o pedal para baixo (0º a 180º), também chamado de fase de propulsão; e, dando continuidade ao movimento circular, o ato de puxar o pedal para cima (180º a 360º), chamado de fase de recuperação. Esquecem, porém, que, entre essas duas fases, existem dois pontos “livres”, ”neutros” ou ainda “mortos”, comumente chamados de fase de transição. “Basicamente, é o momento em que ocorre a troca do conjunto muscular que trabalha prioritariamente”, explica Oliveira. Ou seja, a fase de transição nada mais é que o momento em que uma perna completa os primeiros 180º, e a outra perna aparece para completar a outra metade do giro, fazendo a transferência de força. Estudos mostram que o “ponto morto” localiza-se em um ângulo de aproximadamente 8º a partir das extremidades inferior (180º) e superior (0º ou 360º) do giro.

Por isso, atletas de elite trabalham a técnica de pedalada tentando diminuir a amplitude desse ângulo nesses dois pontos, para ter ganho de performance. “Quanto maior o ângulo que caracteriza o ponto morto, mais quadrada é a pedalada”, diz Romeo. Por isso, é muito importante o ciclista sentir o movimento. Os pontos neutros devem ser cuidadosamente observados, pois simbolizam a união entre a compressão e a puxada. “Quanto mais correta for realizada essa união, mais redonda será a pedalada”, completa Oliveira.

O ângulo do pedal determina a direção das forças e, conseqüentemente, se a técnica de pedalada foi aperfeiçoada ou não. Durante a fase de propulsão, a ponta do pé deve estar mais elevada em relação ao tornozelo, enquanto na fase de recuperação, o tornozelo deve estar mais elevado. “No decorrer do tempo, esse movimento deve ser automatizado e utilizado sempre”, afirma Fernando Diefenthaeler, mestre em ciências do movimento humano com ênfase em biomecânica do ciclismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Os três exercícios propostos servem para todos os níveis de ciclistas. O que varia é a carga utilizada, dada pela relação de marchas e o número de rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o movimento, mais avançado deve ser o nível do atleta, pois terá o controle neuromuscular do movimento mais natural e intrínseco.

VOCÊ DEVE:
– Empurrar, com os pés, o pedal para frente e para baixo no primeiro e segundo quadrante
– Sentir os pés como se estivessem limpando as solas dos sapatos num tapete do segundo para o terceiro quadrante
– Puxar os pés para cima e para trás do terceiro para o quarto quadrante
– Chutar com os pés para frente do quarto para o primeiro quadrante, completando os 360º do giro

FIQUE ATENTO! 
1. Esses exercícios devem ser feitos logo após o aquecimento, no início do treino. São exercícios que exigem atenção, concentração e coordenação motora. Por isso, nunca devem ser feitos quando o ciclista já está cansado
2. Podem ser realizados em qualquer sessão de treino. Quanto mais fizer, melhor, pois não sobrecarregam o corpo, e o ciclista estará sempre aperfeiçoando a pedalada
3. Devem ser realizados em terreno plano e sem alterações de relevo para haver uma constância no movimento
4. O tempo de duração de cada exercício deve ser de 30 segundos a um minuto. Mais que isso, o atleta dispersa a atenção, e o exercício não trará resultados
5. Os descansos, ou seja, quando o ciclista deve pedalar normalmente, devem durar entre 1 minuto e 1 minuto e meio

Aplicações de forças no pedal
1) Com os dois pés no pedal, faça o giro de forma equilibrada, sentindo que está fazendo força em todos os pontos do movimento, em ambas as pernas.
2) Agora faça o giro com uma perna de cada vez, com um pé no pedal e o outro solto.


3) A proposta do terceiro e último exercício é ambiciosa: fazer quatro em um só! Divida mentalmente o pedal em quatro partes e gire as duas pernas como no primeiro exercício, porém preste atenção a um lado de cada vez. Gire, focando sua concentração toda vez que seu pé passar pelo primeiro quadrante, durante 30 segundos. Descanse durante um minuto e repita a série, mas focando a atenção no segundo quadrante. E assim por diante, passando pelos quatro quadrantes. Force somente a fase da pedalada mentalizada naquele momento, completando o resto do ciclo sem força alguma. Depois repita tudo do outro lado. Preste atenção nas posições dos pés, tornozelos e calcanhares. “Esse treino deve ser feito em todo aquecimento, para sentir a musculatura (sinestesia), trabalhar a coordenação motora e aquecer todas as fibras musculares envolvidas no movimento da pedalada”, explica Cléber Ricci Anderson, ciclista há mais de 25 anos e treinador.








segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Como remendar uma câmara de ar

Dica para você não ter problemas com um pneu furado.
Você conhece o site MadeGood? é um site da gringa que posta vídeos tutoriais de manutenção de bicicletas. O Ciclosinos aprovou e vai trazer para você na categoria Dicas.

O primeiro tutorial será básico, porém um dos mais úteis no dia-a-dia do ciclista. Como remendar uma câmara de ar.

Passo 1: Deixe a camara limpa e seca.
Use uma lixa fina para limpa a área ao redor do furo. Limpe sempre uma área um pouco maior que o remendo que você pretende aplicar
Passo 2: Espalhe a cola.
Espalhe uma camada fina de cola especial em torno do furo.
Passo 3: Espere.
A cola é uma solução. Não aplique o remendo até que todo sovente evapore, espere até parar de sentir o cheiro de alcool. Esse tempo pode variar conforme condições climáticas.
Passo 4: Calibre a camara.
Se você não tem certeza de onde está o furo bombeie uma pequena quantidade de ar na camara para ver onde est;a escapando o ar.
Passo 5: Aplique o remendo.
Descasque a camada protetora do remendo. Se o remendo tem um plático de um lado e um papel do outro é o papel que sai. Aplique o remendo na camada de cola centralizada no furo.
Passo 6: Aperte.
Coloque a camara sobre uma superfície lisa e firme e esfregue o remendo sobre a camara com algum instrumento suavemente. A espatula do pneu funciona bem. Essa ação estimula a aderência do remendo com a camara.
Passo 7: Retire a proteção.
Dobre a camara para quebrar o suporte do plástico e retire-o do centro para fora
Passo 8: Poeira.
Espalhe um pó fino ou giz no remendo e na área circulante. Um kit remendo, muitas vezes, tem um bloco de giz para gerar essa poeira, mas você pode usar qualquer poeira fina em torno do remendo. Isso é feito pois o pó neutraliza a cola de modo que a camara não grude no pneu.
Passo 9: Guarde o use.
Se for utilizar a camara já pode instala-la no aro de sua bicicleta, se não, enrole cuidadosamente forçando o ar para fora e dobre com a vávula para dentro. Prenda com um elástico e guarde.





quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Limpeza a seco e sem sujeira: dicas para deixar a bike limpinha

As dicas para manter sua bike limpa.
Quem vive em apartamento e gosta de dar suas pedaladas vive um drama: como limpar a bike? Muitos edifícios não permitem que se use a garagem e o jardim para lavagem de automóveis e bicicletas.
As dicas abaixo servem para mountain bikes, speed e bikes de lazer.
Você vai precisar de:
  • Um spray de WD-40 ou similar;
  • Pedaços de pano de algodão (camiseta velha é o ideal);
  • Pincel de vários tamanhos;
  • Escova de dentes;
  • Querosene;
  • Papelão grande;Bacia plástica grande;
  • Cadarço velho de tênis;
Como fazer:
  • Coloque sua bike na área de serviço, ou em alguma área permitida pelo seu condomínio;
  • Cubra o chão com o papelão ou um pedaço de plástico grosso;
  • Comece sempre pela traseira da bike e siga em direção à frente da bike. Inicie pelas partes mais sujas, ou seja, pela corrente, coroa e pinhões;
  • Coloque a marcha na coroa maior e na catraca menor;
  • Com a escova de dentes molhada no querosene, limpe bem a corrente em toda a sua extensão;
  • Com o pincel levemente molhado na querosene limpe as coroas;
  • ATENÇÃO!: Nas catracas NÃO passe o querosene, pois ele pode penetrar no interior do cassette e dissolver a graxa. É melhor limpar com o WD-40;
  • Em seguida, para limpar o quadro, aplique o WD-40 diretamente na pintura e com um pano seco de algodão retire toda a sujeira. O efeito é imediato!
  • Aplique o WD-40 em todas as partes metálicas (cubos, rodas, câmbios, pedais) e com paciência, limpe com um pano o excesso. As partes pretas podem ser limpas dessa forma também;
  • Para limpar as catracas traseiras, o melhor é retirar a roda e limpá-las uma a uma com o WD-40 e um pano. Use um cadarço velho de tênis para facilitar o trabalho;
  • Caso os pneus estejam sujos (nas mountain bikes sempre estão sujos!) retire as rodas da bike e lave os pneus e as rodas no tanque de lavar roupa ou mesmo em uma bacia plástica de tamanho grande.
IMPORTANTE: Após a limpeza, você vai precisar enxaguar a corrente e as coroas com água. Se não conseguir uma mangueira em seu prédio você poderá levar sua bike até a rua, junto ao meio fio, e enxaguar com um balde. Outra idéia é ir a um posto de gasolina e pedir para usar rapidinho a mangueira d’água. Jogue bastante água para tirar os resíduos do querosene.
Feito tudo isso. Espere a corrente secar bem e lubrifique-a com óleo adequado.
No caso de você ter enfrentado uma trilha muito lamacenta com sua mountain bike, é imprescindível bater uma água antes. De novo, vale a dica de ir ao posto de gasolina e pedir para usar a mangueira.
Fonte: Bikemagazine







sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Evite dormência nas mãos ao pedalar

Se você já pedalou trajetos de longa duração, provavelmente já sentiu formigamento ou dormência nas mãos alguma vez.
A dormência ocorre quando a pressão ou posicionamento de alguma parte do corpo atrapalha ou interrompe a irrigação de sangue nessa parte do corpo. É importante alongar o corpo antes de praticar exercícios, isso ajuda o corpo a se preparar para a mudança de ritmo do corpo.

As dores nas mãos ao pedalar são efeito do apoio incorreto destas sobre o guidão. O nervo mediano, que percorre o antebraço até a mão, fica aprisionado ao depositarmos nosso peso sobre as mãos, produzindo assim o adormecimento.


Siga alguma de nossas dicas para minimizar o problema. Caso o incômodo insista, procure um médico.

- Utilize luvas com gel e no tamanho apropriado, que não apertem as mãos;

- Troca das manoplas do guidão. Nos modelos convencionais, a pressão que os ossos das mãos exercem sobre elas acabam por comprimir o nervo ulnar, enquanto que em uma manopla anatômica a pressão sobre a zona da palma das mãos reduz, graças ao aumento da superfície de apoio;

- Muito importante também é a forma com que seguramos o guidão, que deve ser seguro com firmeza, mas sem força excessiva;

- O uso de bar ends permite a troca de posição das mãos durante as subidas, aliviando substancialmente a pressão sobre a palma da mão.
Por: Bike Ceará







quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Grupo RBS cria mapa interativo de furtos e roubos de bicicletas na Capital e Região Metropilitana

Mapa de roubos e furtos de bicicletas na Capital e na Região Metropolitana.
Este mapa é construído com relatos de ciclistas sobre onde e como suas bikes foram roubadas ou furtadas na Capital e na Região Metropolitana. Participe registrando sua ocorrência por meio de um formulário online, caso tenha tido uma bicicleta roubada ou furtada. Se você viu alguma das bicicletas mostradas no mapa pode enviar um e-mail para geral@zerohora.com.br.

Para registrar sua ocorrência, clique no ponto do mapa e preencha o formulário.



Gaúcha no Pedal dá dicas para uma pedalada segura nas ruas

Gaúcha No Pedal conversou com ciclistas e separou algumas dicas.
Pedalar nas ruas movimentadas exige cuidados, por isso o Gaúcha No Pedal separou algumas dicas para você andar mais seguro.

Antes de sair de casa planeje sua rota: Sempre que possível, evite vias com trânsito agressivo. O melhor caminho para a bicicleta raramente é o caminho que você faria de carro ou de transporte público. Dê uma olhada em mapas e faça o caminho pela primeira vez em um dia menos movimentado.

Use capacete: A forma como você conduz a bicicleta tem um potencial de protegê-lo muito maior que o simples uso desse assessório. Seu uso não é obrigatório mas é recomendável, especialmente para quem está começando, pois são maiores as chances de cair.

Luvas: No caso de uma queda, o primeiro impulso é colocar as mãos no chão, por isso usar luvas projete as palmas. Elas também evitam irritações em função do contato direto com o guidon.

Ande sempre na mão correta: Ao contrário do que possa parecer, pedalar na contramão é mais perigoso, pois você surpreende os motoristas e diminui seu tempo de reação, aumentando a chance de atropelamento.No caso de uma batida de frente, a velocidade do carro e a sua são somadas e o impacto é bem maior.

Zona de abertura de portas: Pedale longe dos carros parados, pois muita gente abre a porta sem perceber o ciclista. Fique sempre a uma distância de uma porta aberta.

Ocupe a faixa: Não se posicione muito no canto, pois isso faz os carros passarem muito perto de você. Pedale mais ou menos na linha de 1/3 da pista, assim você terá espaço para fugir de buracos e de motoristas mal-educados, além de forçar quem está no carro a mudar de faixa, posicionando-se a uma distância que não lhe coloque em risco.

Sinalize sempre: Indique com as mãos quando for virar ou parar. Dê passagem, peça passagem, sinalize, agradeça. Seja educado, sorria, faça amigos nas ruas.

Calçada é para pedestres: Se precisar usar a calçada, tenha em mente que está invadindo um espaço que não é seu. Crianças são imprevisíveis, idosos se assustam, pessoas distraídas podem entrar na sua frente. Preferencialmente desmonte da bicicleta e empurre.

Não fure o sinal pedalando: Um pedestre pode atravessar correndo, um carro pode aparecer de repente. E os motoristas que ficaram esperando se irritarão com você por furar o sinal. Se estiver impaciente ou com muita pressa, desmonte e atravesse como pedestre, enquanto o sinal destinado a eles ainda estiver no verde.

Antecipe o que os motoristas farão: Fique atento à movimentação dos carros ao seu redor. Repare sempre em quem vem atrás, seja com espiadelas regulares ou com o uso de um retrovisor.

Permita que os motoristas antecipem suas ações: Não fique fazendo zigue-zague, não mude de faixa sem olhar e sinalize sempre. Veja, seja visto e comunique-se no trânsito.

O que diz o Código de Trânsito Brasileiro

Bicicletas, triciclos, handbikes e outros também são veículos:

BICICLETA - veículo de propulsão humana, dotado de duas rodas, não sendo, para efeito deste Código, similar à motocicleta, motoneta e ciclomotor.

CICLO - veículo de pelo menos duas rodas a propulsão humana.


Órgãos de trânsito têm obrigação de garantir a segurança de ciclistas:

Art. 21. Compete aos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
(¿)
II ¿ planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e segurança de ciclistas.

(o Art. 24 dispõe o mesmo sobre os órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios)

Pedestres têm prioridade sobre ciclistas; ciclistas têm prioridade sobre outros veículos:

Art. 29. O trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação obedecerá às seguintes normas:
(¿)
§ 2º Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Motoristas não devem ¿fechar¿ bicicletas:

Art. 38. Antes de entrar à direita ou à esquerda, em outra via ou em lotes lindeiros, o condutor deverá:
(¿)
Parágrafo único. Durante a manobra de mudança de direção, o condutor deverá ceder passagem aos pedestres e ciclistas, aos veículos que transitem em sentido contrário pela pista da via da qual vai sair, respeitadas as normas de preferência de passagem.

Ameaçar o ciclista com o carro é infração gravíssima, passível de suspensão do direito de dirigir e apreensão do veículo e da habilitação:

Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam atravessando a via pública, ou os demais veículos:
Infração ¿ gravíssima;
Penalidade ¿ multa e suspensão do direito de dirigir;
Medida administrativa ¿ retenção do veículo e recolhimento do documento de habilitação.

Colar na traseira do ciclista ou apertá-lo contra a calçada é infração grave:

Art. 192. Deixar de guardar distância de segurança lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como em relação ao bordo da pista, considerando-se, no momento, a velocidade, as condições climáticas do local da circulação e do veículo:
Infração ¿ grave;
Penalidade ¿ multa.

O carro deve dar preferência de passagem ao ciclista quando ele já estiver atravessando a via, mesmo se o sinal abrir:

Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a pedestre e a veículo não motorizado:
I ¿ que se encontre na faixa a ele destinada;
II ¿ que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra sinal verde para o veículo;
(¿)
Infração ¿ gravíssima;
Penalidade ¿ multa.
IV ¿ quando houver iniciado a travessia mesmo que não haja sinalização a ele destinada;
V ¿ que esteja atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo:
Infração ¿ grave;

Tirar fina é infração média (além de perigosíssimo para o ciclista):

Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta:
Infração ¿ média;
Penalidade ¿ multa.

Mais informações: Gaúcha no Pedal

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

As 10 melhores Provas por etapa do MTB mundial.

Conheça os principais detalhes desta provas dificílimas .
  • Iron Bike, Itália:
    de 20 -. 28 de julho, a partir de Limone Piemonte.
Esta é a mais difícil do lote, e não suspeite quando se fala gentilmente que "as exigências físicas do Ironbike não deve ser subestimada". A corrida é composta pelas etapas de vinculação de duração indeterminada e cronometrados "fases especiais". Espere a sério longos dias de até 12 horas, campos de altitude e um longo tempo para se recuperar. A inscrição custa entre 400-600 euros, dependendo do que pacote você começa e se esgueirar-se para a inscrição antecipada, mas consulte o site para ver o que isso inclui.
Site: www.ironbike.it/

  • Trans Pirineus, Espanha:
    de 30 de junho à 7 de julho, partindo de San Sebastian e terminando em Roses.
Tecnicamente não-competitiva (apesar de haver números, por isso esperamos corrida), trata-se de uma travessia. O objetivo é chegar ao Atlântico a partir do Mediterrâneo, em oito dias consecutivos de pedaladas. Aberto para equipes de dois ou três, o evento abrange cerca de 825 km, com cerca de 20.000 m de escalada, o que representa uma média diária de mais de 100 km e cerca de 2.500 m de escalada.
Site: www.transpyr.com/

  • Yack Attack , Himalaias:
    de 3 à 12 de março, partindo de Shivapuri para Khaniya Ghat.
A Yack Attack é uma corrida sem muitos cuidados com o participantes. As vezes até parece sem planejamento prévio. O serviço às vezes se mostra irritantemente lento, chuveiros quentes nem sempre estão disponíveis e comunicação com o mundo exterior pode ser inexistente por vários dias. Mas é a maior corrida de mountain bike na terra, e uma das mais difíceis provas por etapas de mountain bike do calendário mundial. É composto por oito etapas, cobrindo 400 km e com um ganho total altitude de mais de 12000m. A corrida joga todos os obstáculos sob o sol nos pilotos aventureiros ousados ​​para levá-la por diante, incluindo a altitude: o pico do percurso está em 5416m, onde os níveis de oxigênio são apenas 50% dos que estão no nível do mar. Depois, há o tempo com temperatura de até 30° ao longo dos primeiros 4 dias e depois a cai rapidamente a um congelante -15°. Há também as temidas decidas difíceis, subidas de areia macia, riachos, pontes suspensas, lama, deslizamentos de terra e, invariavelmente, neve. A inscrição custa até £ 2.295 por pessoa.
Site: www.yak-attack.co.uk/

  • Crocodile Trophy, Australia:
    de 18 à 26 de outubro, partindo de Cairns a Cooktown.
Corrida para equipes de 3 ciclistas, com custo de £ 1.780 por pessoa. Agora com 9 dias de corrida terá início com duas etapas de corrida pública organizada pelo  Clube BTT Cairns  , como parte do "Crocodile Trophy Festival". A corrida em si tem 850 km de dias devastadoramente quentes, mas noites de frio de até -10°. 
Site:  www.crocodile-trophy.com/

  • Cape Epic, África do Sul:
    de 23 à 30 de março, próximo a Western Cape.
Atraindo 1200 bikers(em equipes de 2) anualmente, com até 800km em 8 etapas. O percurso muda a cada ano, e leva aspirantes, amadores e ciclistas profissionais de todo o mundo. Com até 15000m de subidas no mais magníficos lugares da África do Sul. A taxa de inscrição é 900 Rand's por equipe.
Site: www.cape-epic.com/

  • Trans Portugal:
    de 9 à 18 de maio, Travessia Portugal em 9 dias, de norte a sul, a corrida termina em Sagres, o ponto oeste sul da Europa.

A corrida tem 1 150 km de trilhas, estradas de cascalho e single tracks. A média é de 125 km dia e há um total de 24500m escalada vertical durante a corrida. A corrida ocorre de porta do hotel a porta do hotel, e as estadas dos participantes ocorrem nos melhores hotéis da região. Esta corrida é única em que não há sinais, fitas ou setas para indicar o caminho. Você deve seguir a sua "orientação GPS impecavelmente.  É proibido todo apoio externo.  A inscrição custa de 950 - 2365 euros por pessoa, dependendo do que está incluído.
Site: www.trans-portugal.com/

  • Mongolia Bike Challenge:
    de 30 de agosto à 7 de setembro
Esta é uma corrida longa e difícil, aberto tanto a profissionais de pilotos e amadores de alto nível, que acontece inteiramente através das estepes solitárias da Mongólia. Foi aqui, no século 13 que os pastores locais, liderados por Gengis Khan, invadiram a Europa, China e Oriente Médio. Espere um monte de referências a Gengis Kahn. A corrida leva 7 dias, incluindo um dia de contra-relógio. Equipes de 3 obter um desconto (em um sistema incomum em que apenas os dois primeiros tempos dos membros da equipe contam). 1.790 € por pessoa.
Site: www.mongoliabikechallenge.com/

  • La Ruta, Costa Rica :
    de 24 à 26 de outubro
La Ruta atravessa Costa Rica a partir da costa oeste do Pacífico para a costa leste do Caribe. Esta corrida é apenas de curto, cobrindo 161 milhas / 259 km em três dias, mas é épico famosa. O ganho total de elevação é de 20.000 pés / 6.300 + + metros. O percurso abrange, vulcões ativos da selva, fazendas, campos de café, florestas e pequenas aldeias.Você pode esperar um clima quente e úmido, tropical, bem como, as temperaturas de alta montanha muito frias, e um desrespeito famosa pela saúde e segurança. O percurso começa na cidade de praia da Costa do Pacífico de Jacó e termina em Playa Bonita. EUA $ 1650 por pessoa.
Site: http://www.adventurerace.com/

  • Trans Rockies, Canadá:
    de 27 de julho à 2 de agosto
A corrida palco norte-americano original, o TR agora oferece 3, 4 ou 7 dias provas por etapas. A principal corrida oferece 7 dias de corrida por equipes de dois, e novo para 2013 há uma categoria piloto solo. Geralmente, a partir de Fernie, os TransRockies desenha um campo internacional de mais de 20 países a cada ano e não haverá grandes nomes de corrida.Desde os primeiros TransRockies, em 2002, a rota tem sido amplamente transformado para eliminar estrada e seções unrideable. Há 12.000 m de escalada. Os custos de corrida CAN $ 1.499 por pessoa (mas consulte o site para a taxa de earlybird e extras, como o banquet'dinner final ").
Site: http://www.adventurerace.com/

  • Trans Alp, Alemanha:
    de 20 á 26 de julho
Esta é uma das provas por etapas MTB espetaculares originais estabelecidos em belas montanhas-panoramas, mais passes impressionantes, através de famosas cidades e atrair 1.200 participantes de cerca de 40 países a cada ano. O percurso é de mais de 600 quilômetros de extensão e vai subir cerca de 18 mil metros verticais. A corrida começa em Mittenwald e termina no Lago de Garda. Equipes de duas corridas em conjunto e muitas vezes há até 30.000 espectadores sobre o curso em vários locais! A corrida está apenas a 650 euros cada, mas a comida, transporte de bagagem e alojamento são extra.
Site: www.bike-transalp.de

  • BC Bike Race, Canadá:
    de 28 de junho à 5 de julho
Esta é a famosa corrida de singletrack. Você pode imaginar andando singletrack por 7 dias? Ele, aparentemente, tem o mais singletrack de todo o multi-dia encena raças do mundo, incluindo uma grande quantidade de mão-construído trilhas British Columbia. Sua taxa de inscrição inclui quatro travessias de balsa, transferências diárias de bagagem e ônibus viagens para o início, quando necessários. A corrida custa US $ 1999 (dólares canadenses) por pessoa. Taxas Early Bird estão disponíveis, mas vendem para fora em segundos.
Site: http://www.bcbikerace.com/